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 Sarah Yang, Media Relations  December 9, 2014

BERKELEY — 

A systematic overview of more than 100 studies comparing organic and conventional farming finds that the crop yields of organic agriculture are higher than previously thought. The study, conducted by UC Berkeley researchers, also found that certain practices could further shrink the productivity gap between organic crops and conventional farming.

The yields of organic farms, particularly those with multiple crops, compare well to those of chemically intensive agriculture, according to a new UC Berkeley analysis. (Photo by Kristin Stringfield)
The yields of organic farms, particularly those growing multiple crops, compare well to those of chemically intensive agriculture, according to a new UC Berkeley analysis. (Photo by Kristin Stringfield)

The study, to be published online Wednesday, Dec. 10, in the Proceedings of the Royal Society B, tackles the lingering perception that organic farming, while offering an environmentally sustainable alternative to chemically intensive agriculture, cannot produce enough food to satisfy the world’s appetite.

“In terms of comparing productivity among the two techniques, this paper sets the record straight on the comparison between organic and conventional agriculture,” said the study’s senior author, Claire Kremen, professor of environmental science, policy and management and co-director of the Berkeley Food Institute. “With global food needs predicted to greatly increase in the next 50 years, it’s critical to look more closely at organic farming, because aside from the environmental impacts of industrial agriculture, the ability of synthetic fertilizers to increase crop yields has been declining.”

The researchers conducted a meta-analysis of 115 studies — a dataset three times greater than previously published work — comparing organic and conventional agriculture. They found that organic yields are about 19.2 percent lower than conventional ones, a smaller difference than in previous estimates.

The researchers pointed out that the available studies comparing farming methods were often biased in favor of conventional agriculture, so this estimate of the yield gap is likely overestimated. They also found that taking into account methods that optimize the productivity of organic agriculture could minimize the yield gap. They specifically highlighted two agricultural practices, multi-cropping (growing several crops together on the same field) and crop rotation, that would substantially reduce the organic-to-conventional yield gap to 9 percent and 8 percent, respectively.

The yields also depended upon the type of crop grown, the researchers found. There were no significant differences in organic and conventional yields for leguminous crops, such as beans, peas and lentils, for instance.

“Our study suggests that through appropriate investment in agroecological research to improve organic management and in breeding cultivars for organic farming systems, the yield gap could be reduced or even eliminated for some crops or regions,” said the study’s lead author, Lauren Ponisio, a graduate student in environmental science, policy and management. “This is especially true if we mimic nature by creating ecologically diverse farms that harness important ecological interactions like the nitrogen-fixing benefits of intercropping or cover-cropping with legumes.”

The researchers suggest that organic farming can be a very competitive alternative to industrial agriculture when it comes to food production.

“It’s important to remember that our current agricultural system produces far more food than is needed to provide for everyone on the planet,” said Kremen. “Eradicating world hunger requires increasing the access to food, not simply the production. Also, increasing the proportion of agriculture that uses sustainable, organic methods of farming is not a choice, it’s a necessity. We simply can’t continue to produce food far into the future without taking care of our soils, water and biodiversity.”

A National Science Foundation Graduate Research Fellowship and a Natural Sciences and Engineering Research Postdoctoral Fellowship helped support this research.

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Público, 04.09.2012
Helena Geraldes


Produtos biológicos como fruta, vegetais, cereais, carne e leite não vão tornar as pessoas que os consomem mais saudáveis, já que têm níveis de nutrientes semelhantes aos alimentos produzidos pelo modo convencional. A maior diferença está na quantidade de pesticidas, conclui um estudo da Universidade de Stanford, Califórnia, publicado nesta terça-feira na revista Annals of Internal Medicine.

Na altura de escolher o que colocar no cesto das compras, não serão os benefícios das vitaminas e minerais na saúde que vão ajudar a decidir se leva produtos biológicos ou produtos convencionais. “Se tomarmos uma decisão baseada apenas na nossa saúde, não existem muitas diferenças” entre uns e outros, disse Dena Bravata, investigadora principal do estudo que comparou os principais nutrientes nos dois tipos de alimentos.

Para chegar a esta conclusão, a equipa de Dena Bravata analisou centenas de estudos científicos já publicados e identificou os 237 mais relevantes, incluindo 17 sobre as dietas alimentares de pessoas que consumiram alimentos biológicos e convencionais. A maioria dos estudos, 223, comparou os níveis de nutrientes, de bactérias, fungos ou a contaminação por pesticidas de vários produtos, nomeadamente frutas, vegetais, cereais, carne, leite e ovos. A duração dos estudos variou entre os dois dias e os dois anos.

O estudo de revisão da literatura científica existente – que, dizem os investigadores, é o mais completo até agora realizado sobre a questão – não encontrou provas significativas de que os alimentos biológicos são mais nutritivos ou acarretam menos riscos para a saúde do que as alternativas convencionais. Aliás, o fósforo foi o único nutriente encontrado em maiores quantidades nos produtos biológicos. A maior diferença foi detectada ao nível da exposição a pesticidas, mais reduzido nos produtos biológicos.

Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas, não ficou surpreendida com estas conclusões. “Já tenho lido artigos científicos que apontam nesse sentido”, ou seja, “no que diz respeito aos principais nutrientes, a diferença não é muito significativa", disse ao PÚBLICO. Além disso, existem muitos factores que afectam a composição nutricional dos alimentos, como a zona geográfica onde são produzidos e se o ano de colheita foi de seca, por exemplo.

O objectivo dos investigadores da Universidade de Stanford foi ajudar ao debate sobre os benefícios para saúde dos alimentos biológicos, uma questão que permanece em aberto. A equipa encontrou várias limitações ao seu trabalho, como a heterogeneidade dos estudos, baseados em diferentes métodos de teste e mesmo de agricultura biológica. Segundo a BBC, o estudo é criticado por ser inconclusivo.

Na verdade, a ideia para a investigação surgiu depois de cada vez mais pacientes de Bravata – que além de investigadora também é médica – lhe perguntarem o que seria melhor para a sua saúde e de não haver uma resposta.

“Esta é uma pergunta recorrente durante as consultas ou ainda nos fóruns de discussão”, contou ao PÚBLICO Alexandra Bento. Ainda assim, a médica e bastonária afirma que “nunca recomendaria um alimento biológico face a outro convencional”. Na sua opinião, na altura da compra é o consumidor quem decide. “Tudo depende do que para nós tem mais importância, se o preço ou se, por exemplo, formos mais sensíveis ao sabor”, uma questão que, para si, “não é de descurar”.

Segundo Alexandra Bento, “é de incentivar a pequena horta para quem tem essa possibilidade”. “Se colher um tomate, ou uma alface ou laranja no estado de maturação ideal e se a consumir imediatamente, esse alimento terá uma riqueza nutricional máxima.”

Os cientistas norte-americanos quiseram dar mais informação às pessoas, não desencorajá-las a consumir produtos biológicos, explicam. “Se olharmos para lá dos benefícios na saúde, existem muitas outras razões para consumir alimentos orgânicos em lugar dos convencionais”, acrescentou Bravata, referindo benefícios ambientais e de bem-estar animal.

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Transitioning to Organic Farming

por papinto, em 23.02.11

http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110222140548.htm

ScienceDaily (Feb. 23, 2011) — As the organic food trend continues to grow; more farmers are converting from conventional agriculture to organic production. One of the fastest growing markets in the U.S. is the production of organic milk. The growth of this industry has prompted many farmers to transition their land to organic feed grain production. With transition on the rise, it is necessary for these farmers to have effective and economical organic management practices.

A research team led by scientists from Penn State University and University of New Hampshire conducted a four-year study examining the impact of reduced-tillage and cover crops managed for hay and forage production on the agronomic and economic performance of feed grain production.

Two cropping system experiments were carried out in central Pennsylvania from 2003 to 2007. For the first year both plots rotated between a cover crop, corn and soybeans; one plot was managed with full tillage and the other with reduced tillage. Changes in weed populations, crop yields, and economic returns over the three year rotation were monitored by the research team.

From a weed management perspective, the results indicate that utilizing reduced tillage for organic production could present a challenge for some farmers. Weed populations were less responsive to the choice in cover crop than to the reduction in tillage. Weed populations dramatically increased in reduced tillage systems.

"This is a troubling result because the weed populations that increased included perennial species such as Canada thistle and bindweed which are very difficult to control without tillage once they become established. In a way, these perennial weeds can actually act as 'management drivers,' forcing organic growers to have to periodically utilize more intensive tillage practices to reduce their populations," says Richard Smith, University of New Hampshire.

The study also suggests that growers who want to transition to organic production while minimizing tillage may experience variable economic success depending on how they begin their rotation. Costs associated with manure and compost, which was purchased off-farm, also strongly influenced the economics of the systems. The authors conclude that integrated systems that include field crop and dairy production, where manure sources are available on-site or locally, would improve the economics of these systems. While tillage did not have a significant effect on cumulative net returns in either experiment, there did appear to be a trend for higher returns in the rotations that utilized full-tillage.

According to Smith, further research will be necessary to determine the most cost-effective approaches to reducing tillage in transitional and organic production systems. Research is ongoing at Penn State University.

The full study can be found in the January/February 2011 issue of Agronomy Journal.

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Público, 2011.01.17 Por Mariana Correia Pinto

Movimento pretende aproveitar terrenos abandonados para fazer agricultura sem recurso a químicos. Qualquer pessoa pode cultivar um lote no centro do Porto. Sem qualquer custo


 

Encontrar terrenos abandonados nos quais se possam desenvolver projectos de agricultura sem recurso a produtos químicos. Numa frase, talvez seja esta a melhor forma de definir o projecto Quinta Musas da Fontinha, que arrancou sábado e que juntou cerca de 40 pessoas só no primeiro dia.

A ideia de Francisco Flórido, membro do movimento Terra Solta e mentor do projecto, é simples: encontrar terrenos para distribuir lotes de terra agricultável no centro do Porto. Tudo sem submissão a qualquer tipo de "lógica economicista", nota Francisco Flórido, um engenheiro agrónomo para quem a grande vantagem deste projecto é provar que o "espírito cooperativo entre cidadãos pode funcionar".

Na Rua do Bonjardim, no Porto, foram já distribuídos os primeiros 11 lotes (que têm entre 25 e 75 metros quadrados). Os terrenos são geralmente privados, mas estão abandonados ou sem qualquer utilidade. "O que propomos ao proprietário é uma espécie de contrato de comodato", explica o engenheiro agrónomo. "As pessoas cedem-nos o terreno e, em troca, comprometemo-nos a mantê-lo limpo e produtivo." A única obrigação assumida por quem cultivar o lote é utilizar técnicas que respeitem a agicultura biológica, biodinâmica ou permacultura.

A ideia parece ter pegado: no sábado, entre associações ambientais, sociais e recreativas e participantes a título individual (apareceram casais desde os 30 aos 70 anos), passaram cerca de 40 pessoas pela Associação Musas da Fontinha, que cedeu o principal terreno para o projecto (com 400 metros quadrados). Nem todas estavam interessadas em adquirir lotes e esse foi um dos pontos que mais impressionou Francisco Flórido: "Houve gente que apareceu só para ajudar." E ajudar significou sobretudo meter mãos à obra e limpar terreno - a primeira das etapas do processo.

Cada um levava o que tinha - moto-serra, luvas, sementes - e todos iam participando. "Criámos uma comunidade em autogestão", orgulhou-se o mentor do projecto.

As linhas de acção e as regras não estão completamente definidas, mas há muitas ideias no ar: criar espaços para a preservação de fauna e flora natural, lagos, um forno de adobe (barro), limpar o poço existente no terreno, integrar animais (abelhas incluídas) no espaço para melhorar o ecossistema, criar periodicamente feiras para venda de alguns produtos, são algumas delas. E ainda organizar workshops sobre agricultura sustentável do ponto de vista ambiental.

A entrada para o terreno faz-se pelo n.º 998 da Rua do Bonjardim, a sede da Musas. É também lá - e através do e-mail da associação Terra Solta - que os interessados podem obter mais informações sobre o projecto.

A ideia agora é ir desbravando terreno adjacente: um dos vizinhos do Musas já cedeu a sua propriedade (90 metros quadrados, destinados à Associação Vida Alternativa) e acredita-se que outros poderão seguir o mesmo caminho. "O espaço onde estamos agora já esteve abandonado e, depois de muito trabalho, conseguimos fazer agricultura aqui. É isso que pretendemos que aconteça aos outros terrenos", explicou Hugo Sousa, da Associação Musas da Fontinha.

Há todo um processo de "transferência de saberes" que interessa particularmente a Hugo Sousa. E as diferentes associações que foram comparecendo ao longo de sábado sugerem que essa tarefa não será complexa. A Associação Colectivo Germinal, por exemplo, que trabalha com crianças desfavorecidas, já "arrendou" um espaço com objectivo bem definido: fazer hortas pedagógicas para os mais novos. É um "ponto de partida", diz Francisco Flórido, para quem está demontrado que as hortas urbanas também suscitam interesse no Porto, apesar de esta cidade ainda mal ter acordado para a tendência.

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por Diana Garrido, Publicado i-online em 29 de Maio de 2010
Não é preciso viver no campo para ter uma horta. Nos EUA já fazem parte das cidades. O i explica-lhe como começar a sua
Entre canteiros feitos com restos de tábuas e sulcos cavados por braços determinados crescem toda a espécie de legumes. Abóboras, tomates, cebolas, feijão, alfaces verdes e roxas, tão brilhantes que parecem de plástico, tremoços, favas e batatas. Há pessegueiros e flores cheias de abelhas, borboletas e toda a espécie de fauna esvoaçante. E por momentos não nos lembramos que estamos no meio da cidade de Lisboa, com calçada portuguesa de um lado e tubos de escape do outro. Na horta popular da Mouraria-Graça (www.horta-popular.blogspot.com) toda a gente é bem-vinda. Inês Clematis, uma artista plástica de 36 anos e impulsionadora do projecto, explica porquê: "Este espaço é de lazer e de descanso. Aqui há partilha de conhecimentos e as pessoas podem conviver. É quase uma terapia."

E é mesmo. A psicóloga Maria João Matos Silva explicou ao i que dentro das várias correntes da psicologia actuais, "todas estão de acordo em relação aos benefícios do contacto com a terra". Ou seja, "assim como na criação artística há um processo de sublimação, na criação e na manutenção das hortas também há, ainda que a um nível mais primitivo". Mexer na terra, plantar alimentos e cuidar deles, para além de dar prazer, "apazigua e permite uma autodescoberta". Até o hospital psiquiátrico Júlio de Matos foi construído tendo como base a ergoterapia, um processo terapêutico que compreende a ocupação dos doentes, através de trabalhos manuais ou da agricultura.

Convívio de enxada na mão
Para Miguel Morais, 23 anos e licenciado em Sociologia, a agricultura amadora e biológica, é "uma forma de convívio". Todos os domingos de manhã, o ritual repete-se: Miguel e um núcleo duro de quatro amigos sobem à horta do Monte Abraão, em Queluz, e arregaçam as mangas. Deles dependem as alfaces, as couves, as cebolas, as abóboras, os rabanetes e demais vegetais que há dois anos decidiram plantar num terreno cedido pela câmara. "É divertido. Fazemos experiências de cultura biológica e trocamos conhecimentos. Depois distribuímos entre nós o que colhemos e também oferecemos a outras pessoas. Não é uma forma de subsistência, é mais pela piada da coisa." A maior dificuldade, assim como na horta da Mouraria - Graça, é a rega. A água é escassa e a câmara, quer de Lisboa, quer de Sintra, não ajuda. "No Verão é preciso muita vontade e persistência para a manter", conta Inês Clematis.

Horta = trendy
Nos EUA a febre da agricultura já invadiu as cidades e impôs-se como uma tendência. Seja em terrenos seja nos telhados dos arranha-céus: verde é a cor da estação. A dedicação à causa é tão grande que algumas empresas americanas já fabricam vasos para plantar vegetais... de cabeça para baixo. (www.topsygardening.com), para aproveitar melhor o espaço.

Se anda desejoso de pôr as mãos na terra e não tem um terreno, não se preocupe. Se as hortas comunitárias não o entusiasmam, também não há problema. Nenhuma das questões serve de desculpa para fugir à tendência ecoterapêutica: uma varanda é mais que suficiente. Aqui ao lado explicamos como, com quê e quando. Experimente: vai ver que não quer outra coisa. E nada tema, nem é preciso sujar as mãos.

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Escrito por CienciaPT   
09-Feb-2010

A Comissão Europeia anunciou, oficialmente, o vencedor do concurso europeu para o novo logótipo para produtos biológicos da EU. Ao longo dos últimos dois meses, cerca de 130 000 pessoas escolheram por voto electrónico o novo símbolo biológico, entre três finalistas.

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O projecto vencedor é da autoria de Dusan Milenkovic, estudante na Alemanha, que recebeu 63% do total de votos pelo seu desenho da «Eurofolha». A partir de 1 de Julho de 2010, o logótipo biológico da UE será obrigatório em todos os produtos biológicos pré-embalados produzidos em qualquer dos Estados-Membros e que respeitem as normas aplicáveis. Nos produtos importados será facultativo. Juntamente com o rótulo da UE, poderão figurar outros logótipos privados, regionais ou nacionais. O regulamento relativo à produção biológica será alterado dentro de algumas semanas, para incluir o novo logótipo num dos seus anexos.

«Estou muito satisfeita por dispormos já de um logótipo biológico para a União Europeia», declarou Mariann Fischer Boel, Comissária da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, de quem partira a proposta de um concurso para a selecção do logótipo. «Este exercício valorizou o perfil dos alimentos biológicos. Temos agora um logótipo com o qual todos poderão identificar-se. O desenho é bonito e elegante. Espero poder comprar produtos portadores deste logótipo a partir de Julho próximo.»

O logótipo vencedor resultou de um concurso à escala europeia, facultado a estudantes de arte e design. Um júri de renome internacional apreciou os cerca de 3500 projectos concorrentes. Os três melhores logótipos foram então inseridos no sítio Web do concurso (www.ec.europa.eu/organic-logo) e sujeitos a uma votação online que terminou a 31 de Janeiro de 2010.

O desenho da «Eurofolha» apresenta as estrelas da UE formando uma folha, em fundo verde. Trata-se de um símbolo simples e directo, com duas mensagens claras: Natureza e Europa.

Os três primeiros classificados serão galardoados pela Direcção-Geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, da Comissão Europeia, com prémios de 6000, 3500 e 2500 Euros, numa cerimónia oficial a realizar em Bruxelas em Julho de 2010.

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