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By Chris Redman Monday, Nov. 08, 2010

 

 

The axes that can be heard in the summer months throughout the cork-oak woodlands, or montados, of Portugal's Alentejo region have long fallen silent. The annual harvest is over, and the trees that have yielded their bark are beginning the decadelong process of regenerating their corky cladding. Across the vineyards of Southern Europe, the final grapes have been picked for the new vintage. One day the products of these two harvests should come together in a wine bottle.

 

Or will they? These are uncertain times for cork producers in Portugal and the Mediterranean countries that are home to the cork oak, Quercus suber. For centuries, cork from the region's 6.7 million acres (2.7 million hectares) of cork forests has been the world's wine-bottle stopper of choice. But in recent years, alternative closures like metal screw caps and synthetic stoppers have boosted their market share and, more important, convinced wine drinkers that a screw top was not the mark of plonk. Lower costs helped the upstarts. So too did industry complacency regarding cork's responsibility for "taint," a malodorous malady caused by the contaminant TCA that can result in ruinous wine spoilage rates. (See reviews of 50 American wines.)

With $2 billion in annual revenue at stake, cork producers have scrambled to invest in new equipment, improve quality and develop treatments to eradicate the moldy-smelling menace. They've also mounted a counterattack, using the assertion that cork is greener and more sustainable than other closures. Yet cork's future is far from certain. Says wine expert George Taber, author of To Cork or Not to Cork (and a former business editor of this magazine): "The screw-cap juggernaut has slowed, but it hasn't stopped." Cork alternatives make up about a third of the 18 billion or so closures used worldwide. Australia's industry is now 85% screw cap, and close to half of U.S. wineries have opted for cork alternatives.

The good news for cork is that many wine drinkers — notably in the U.S., which is set to become the world's largest wine market — still equate cork with quality. "People also like the cork-pulling ritual," says Taber. It's a ritual that can help save the planet, say cork's proponents. (See Top 10 Long-forgotten Liquors.)

Natural cork, it's claimed, has a much smaller carbon footprint than its synthetic competitors, while cork forests sequester an estimated 10 million tons of CO2 annually. "Cork fits right in with the wine industry's growing interest in sustainability," says Peter Weber, executive director of the Cork Quality Council (CQC), a cork producers' association.

Cork's eco-credentials have been trumpeted before. A 2006 World Wildlife Fund report highlighted the importance of cork forests and warned that a valuable habitat for endangered species and migratory birds was under threat. So far doomsday has been delayed. "We are not losing forests in Portugal," concedes WWF forest-program coordinator Luis Silva. "But we still face a huge challenge to ensure that the older forests are better managed." Falling prices, he warns, could force marginal producers out of business.

Cork's competitors suggest that the threat was less eco than economic. Simon Waller of Supreme Corq, which makes synthetic stoppers, claims the Portuguese industry is exploiting the montados more intensively than ever before, which may be hurting the local ecosystem. "Like any other business, cork production is about making money," says Waller. "The environmental equation is not a simple one." Most cork stoppers, he points out, are bits of cork held together with a binder as synthetic as anything his company uses. (Read: "What I Learned at the Food & Wine Classic in Aspen.")

If the cork stopper — which accounts for 70% of cork output despite industry efforts to diversify — goes the way of the buggy whip, Portugal's already shaky economy could get even shakier. With more than half of global cork production, Portugal needs the 60,000 jobs and $1 billion in annual export earnings the industry generates.

To protect it, the Portuguese government is helping the Portuguese Cork Association and the CQC finance a campaign dubbed "100% Cork" that aims to build consumer support for cork and encourage vintners, restaurants and retailers to switch back. Underpinning the campaign is a 126-page report on the environmental impact of cork stoppers vs. that of aluminum and plastic closures, prepared by PricewaterhouseCoopers at the behest of Portugal's Amorim, the world's leading cork producer. The peer-reviewed report concludes that screw caps and plastic stoppers release 10 to 24 times as much greenhouse gas over their life cycles as cork and require up to five times the nonrenewable energy to produce. (Read: "Wine: Best Enjoyed Young.")

This argument may be gaining traction in the U.S., where corks will account for 56% of closures this year, compared with 50% in 2008. "Sustainability issues aside, for winemakers, corks clearly add value," says Carlos de Jesus, Amorim's marketing director. The converts include Rutherford Wine Co. in California's Napa Valley. The organic winery recently switched back to 100% cork. "They've solved the TCA problem," explains winemaker Steve Rued. Add in the eco-advantages and cork, he says, becomes "as close as we're going to get to a perfect stopper." With converts like that, the CQC's Weber is hopeful that cork can regain share. "Our message of cork's environmental advantages has struck a chord with wine drinkers," he claims.

Maybe, but in a value-driven environment, many consumers no longer care. If the price is right, so is the closure. The good news for all closure producers is that global wine consumption shows no sign of slowing, which means ever more bottles to stop. Wine lovers would drink to that.



Read more: http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2027774,00.html#ixzz14X3JSdkY

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Campanha de cortiça 2010

por papinto, em 24.05.10
Cortica2010

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 Corticeira Amorim reforça investigação na fileira florestal

A Corticeira Amorim, através da sua subsidiária Amorim Cork Research, a Biocant - Associação de Transferência de Tecnologia e o Instituto Nacional de Recursos Biológicos vão iniciar um projecto de investigação científica intitulado "GenoSuber - Sequenciação do Genoma do Sobreiro (Quercus Suber), que tem como parceiros a Apcor - Associação Portuguesa de Cortiça e a Associação Industrial da Fileira Florestal.

O projecto, formalizado no passado dia 9 de Fevereiro nas instalações da Biocant, com a presença do Primeiro-ministro, José Sócrates, do Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Manuel Heitor e de representantes das entidades envolvidas, tem como objectivo principal o conhecimento do património genético do sobreiro, umas das espécies de árvores com maior interesse económico e social em Portugal, e abre um novo campo de investigação na fileira florestal, considerada fundamental, despoletando a possibilidade de investigações futuras.

A importância do sobreiro, base de uma indústria em que Portugal é líder mundial, - que se traduz numa quota de mercado internacional de 60% em produtos de cortiça, na manutenção de milhares de postos de trabalho e que representa 30% das exportações portuguesas de produtos florestais -, fundamenta por si só o desenvolvimento do projecto no nosso país.

A sequenciação do genoma do sobreiro, feita com o recurso a tecnologia de última geração, abrirá um campo de novas possibilidades para o sector da cortiça, na medida que permitirá delinear estratégias ao nível do melhoramento da espécie como o aumento de resistência a factores bióticos e abióticos, a promoção do crescimento rápido ou o aumento de produção de cortiça, com repercussões importantes a médio e longo prazo no sector produtivo e económico.

Alguns dos genes a procurar revestem-se de particular interesse para a indústria da cortiça, tanto ao nível das actuais aplicações, como para as que se encontram ainda em fase de desenvolvimento.

A actuação da CORTICEIRA AMORIM neste projecto reveste-se de grande importância na medida em que possibilitará, com base no know-how e na verticalidade do seu negócio, identificar as características com mais potencial e interesse em conhecer nos genes associados.

O GenoSuber vai decorrer no espaço temporal de 36 meses, em diferentes fases, estando planeadas quatro actividades: estudos preliminares, aquisição e desenvolvimento de novos conhecimentos e capacidade para o desenvolvimento, desenvolvimento e por fim promoção e divulgação dos resultados.

Fonte:  CV&A

AgroPortal, 20100218

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26-11-2009

 

A qualidade da rolha de cortiça foi, mais uma vez, internacionalmente reconhecida. A percepção do seu desempenho continua em ascensão, com inúmeros comentários de personalidades afirmando o seu crescente apoio e satisfação para com este vedante.

Nos Estados Unidos, a Sociedade de Vinhos Franceses (French Wine Society) realçou que o problema de TCA (2,4,6-trichloroanisole) - vulgarmente designado como ‘gosto a rolha’ -, não foi considerado um problema no seu evento anual, que decorreu em Outubro. Mais de 500 garrafas de vinho foram abertas na Conferência da Sociedade de Vinhos Franceses e foi anunciado que apenas quarto destas garrafas estavam com problemas relacionados com este composto químico.

Lisa Airey, directora de educação da Sociedade de Vinhos Franceses afirmou que “estes números são bastante impressionantes. Claramente estamos a observar uma mudança muito positiva na confiança dada à rolha de cortiça natural”. E continua: “houve uma mensagem nas garrafas que abrimos este ano. Demasiadas pessoas consideram que o TCA é responsável por qualquer aroma mau presente no vinho. Dizem que o vinho está com ‘gosto-a-rolha’. Isto é injusto... e está na hora de mudar isso”.

Este anúncio segue-se a um relatório do Dr. Christian Butzke – Professor de enologia Americano e Júri de Vinho – que afirmou que “o TCA já não é considerado um problema para a Indústria Vinícola dos Estados Unidos”. No relatório, publicado na edição de Maio/Junho 2009 da Vineyard & Winery Management, Butzke diz que “o TCA não é problemático do ponto de vista do consumidor e do produtor”.

Para além das declarações da Sociedade de Vinhos Franceses e de Butzke, a reconhecida publicação líder de Mercado dos EUA, Wine Business Monthly, afirmou, no seu ‘Relatório de Vedantes 2009’, que “a cortiça natural continua a ser o vedante com melhor resultado nas adegas Americanas em termos de ‘percepção geral’”.

Para finalizar, no evento Wine Future que decorreu em Rioja, o reconhecido crítico de vinho Robert Parker comentou que “a qualidade da cortiça claramente melhorou e que se têm registado desenvolvimentos positivos no sector”. O especialista usa a experiência que teve na prova em Rioja para evidenciar a sua afirmação e coloca o número de possíveis garrafas problemáticas inferior a 1%.

Estas afirmações não só contribuem para uma percepção positiva da cortiça, como também confirmam a qualidade incomparável deste produto. Registe-se que a indústria da cortiça investiu cerca de 400 milhões de euros, nos últimos anos, em investigação & desenvolvimento, inovação e novas fábricas de modo a melhorar a qualidade dos seus vedantes. Uma aposta que continuará a estar na linha da frente do sector.

Fonte:  apcor


 

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