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Wasted Food

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http://blogs.usda.gov/2012/08/07/agricultures-role-in-ecosystem-services/

 

Harvesting sugarcane in south Florida, ARS scientists at the Sugarcane Production Research Unit are identifying research to help sustain both agriculture and natural Everglades ecosystems.

 

Harvesting sugarcane in south Florida, ARS scientists at the Sugarcane Production Research Unit are identifying research to help sustain both agriculture and natural Everglades ecosystems.

This post is part of the Science Tuesday feature series on the USDA blog. Check back each week as we showcase stories and news from USDA’s rich science and research portfolio.

Most of us accept that some services—such as waste water treatment and emergency response, for example—have an economic value. As citizens, we decide to support these services for our safety, security and comfort. And yet there are many other functions going on every day, all around the world, that are not directly supported but still enable our planet to maintain favorable living conditions for all living creatures—functions like bees pollinating our crops, forests absorbing excess carbon dioxide, or dung beetles breaking down animal wastes.

These functions, known as ecosystem services, include all the jobs performed by the components of an ecosystem, coming from biotic components like plants and insects, to abiotic components, such as the soil and wind.  Ecosystem services include things like pollination (approximately one third of the human diet comes from insect pollinated plants), water filtration (wetlands protect water quality by trapping sediments and retaining pollutants such as heavy metals), energy (7 percent of US power comes from hydroelectric plants), and tourism (nature-based tourism or ecotourism is predicted to grow to 25 percent of the world travel market by 2012).  And these services, without most of us even knowing it, add substantially to our economy.  For example, the value of insect pollination has been estimated at up to $15 billion in the United States annually, and ecotourism has a worldwide value of approximately $473 billion per year.

As a growing world population slowly pushes ecosystem services to new limits, the issue that more and more scientists and policymakers are trying to confront is how to value ecosystem services.  Because we don’t directly support many of these services, we may undervalue them.  Yet ecosystem services are very valuable to agriculture, which is why USDA scientists and policy makers are increasingly working to understand ecosystem services and find ways to elevate our understanding of their importance and value them at the same time.

Many USDA agencies have active research programs in the area of ecosystem services. For example, ERS is investigating the economics of ecosystem services and design issues for ecosystem service markets, including the use of greenhouse gas offsets and interactions with conservation programs.  NIFA has several programs that address environmental markets, including a program on enhancing ecosystem services from agricultural lands and the National Integrated Water Quality Program, whose goal is to contribute to the improvement of the quality of our nation’s surface water and groundwater resources through research, education, and extension activities.  And ARS has a Water Availability & Watershed Management National Program which addresses the highest priorities for agricultural water management including erosion, sedimentation, and water quality protection, and improving watershed management and ecosystem services in agricultural landscapes.

Agriculture plays a major role in protecting ecosystem services, and in turn can reap great benefits from services that are functioning properly. Given that, it’s encouraging to know that USDA scientists and policy makers will continue to do their part to ensure that America’s ecosystems are able to provide the services we all need long into the future.

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Agroportal, 2012-02-24

 

 

 

O fundador da Microsoft, Bill Gates, defendeu, esta quinta-feira, uma "revolução digital" para lutar contra a fome no mundo, apostando no reforço da produtividade dos agricultores com a utilização de sistemas de satélites, tecnologias audiovisuais ou de selecção de sementes.

"Devemos reflectir muito seriamente sobre a maneira de tirar proveito de uma revolução digital para alcançar a inovação, incluindo na agricultura", afirmou o filantropo norte-americano em Roma, durante a reunião anual do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola, agência especializada das Nações Unidas.

"Se vamos cuidar dos mais pobres, devemos ocupar-nos com a agricultura. Acreditamos que os pequenos agricultores podem duplicar, e em alguns casos triplicar, a produção durante os próximos 20 anos, ao mesmo tempo que preservam as suas terras", disse Gates.

Para tal, o fundador da Microsoft deu como exemplo a utilização de tecnologias informáticas ao nível das sementeiras, que poderão ajudar nas previsões de produção e reduzir o tempo de desenvolvimento de uma nova variedade.

Bill Gates apoiou igualmente o intercâmbio de vídeos entre agricultores, para trocarem experiências, e a utilização de sistemas de satélite desenvolvidos por Ministérios da Defesa do mundo inteiro para conseguir uma maior quantidade de dados sobre terrenos agrícolas a nível global.

O milionário norte-americano anunciou também em Roma que a sua fundação, a "The Bill & Melinda Gates Foundation" irá doar cerca de 200 milhões de dólares (cerca de 151 milhões de euros) para financiar a investigação sobre novos tipos de milho, mais resistentes à seca, vacinas para gado e projectos de formação para agricultores.

"Os investimentos na agricultura representam a melhor arma contra a fome e a pobreza", sublinhou Gates, indicando que a sua fundação prevê investir um total de dois mil milhões de dólares (1,51 mil milhões de euros) a favor dos agricultores e da agricultura.

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Desafios da Agricultura

por papinto, em 09.12.11
DesafiosdaAgricultura

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Ver também aqui:http://souagro.com.br/

 

 

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Novo director-geral da FAO

por papinto, em 26.06.11

José Graziano da Silva eleito director-geral da FAO

JN 2011-06-26

O candidato brasileiro obteve 92 votos dos 180 votos, mais quatro que o seu principal adversário

 

O brasileiro José Graziano da Silva foi hoje eleito director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

O candidato brasileiro obteve 92 votos dos 180 votos, mais quatro que o seu principal adversário, o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol Miguel Angel Moratinos. José Graziano da Silva toma posse do cargo a 01 de Janeiro de 2012, sucedendo no cargo ao senegalês Jacques Diouf, à frente da FAO há 17 anos. A FAO, com sede em Roma, é a maior agência da ONU com um orçamento anual de mais de 700 milhões de euros.

Outros quatro candidatos ao cargo - da Áustria, Indonésia, Irão e Iraque - retiraram-se da corrida depois de uma primeira volta em que os dois mais votados foram o candidato brasileiro e o espanhol. Após o anúncio dos resultados, Graziano da Silva dirigiu-se, em espanhol, aos representantes dos países membros da agência, para frisar "a necessidade de alcançar consensos e acordos" que permitam à FAO "avançar mais rapidamente na luta contra a fome".

Segundo os últimos números da agência da ONU, em 2010 havia 925 milhões de pessoas com fome no mundo. Graziano da Silva, até agora subdirector da FAO para a América Latina e Caraíbas, foi ministro da Segurança Alimentar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e o rosto do programa brasileiro de luta contra a fome "Fome Zero", considerado um enorme êxito. O "Fome Zero", que assentava na participação da sociedade civil no programa e na igualdade entre homens e mulheres, contribuiu para tirar 24 milhões de brasileiros da pobreza extrema em cinco anos e para reduzir em cerca de 25 por cento a subnutrição no Brasil.

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Detailed World Agricultural Trade Flows

por papinto, em 19.06.11

 

 

aqui

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