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ARS plant physiologist Dale Shaner has found that, while the herbicide atrazine breaks down more quickly in fields that have been previously treated with the herbicide, the amount of irrigation does not affect the degradation rate at all. (Credit: Photo by Peggy Greb)

USDA/Agricultural Research Service (2010, May 5). Prior herbicide use -- not irrigation -- is critical to herbicide efficacy. ScienceDaily. Retrieved May 5, 2010, from http://www.sciencedaily.com­ /releases/2010/03/100317101353.htm

 

ScienceDaily (May 5, 2010) — Crop and herbicide use history are more critical to herbicide efficacy and environmental safety than the timing and amount of irrigation water used, according to Agricultural Research Service (ARS) scientists.

ARS plant physiologists Dale Shaner and Lori Wiles made this discovery from ongoing experiments on two irrigated fields at Colorado State University (CSU) at Fort Collins, Colo. Shaner and Wiles work in the ARS Water Management Research Unit at Fort Collins.

In collaboration with CSU colleague Neil Hansen, Shaner and Wiles compared the behavior of the herbicide atrazine in conventionally tilled corn grown continuously year after year versus corn grown in three different crop rotations. They tested various levels of tillage and irrigation, including no irrigation.

The amount of irrigation used -- including a total absence of irrigation -- had no impact on the rate of degradation of atrazine by soil microbes in the top foot of soil. The only factors that made a difference were prior herbicide use and the choice of crop sequences, with prior herbicide use the most important factor by far.

Earlier studies, including one by Shaner, have shown that previous applications of atrazine can predispose soil to more quickly degrade later applications of the herbicide. But until now, it was not clear if other factors such as cropping history and quantity of irrigation played a role.

There are two consequences of the more rapid dissipation of atrazine in the plots with a history of use. The first consequence is a loss in weed control. In the plots with the most rapid dissipation, weeds began to re-infest the plots within four weeks after treatment, while the plots with the slowest rate of dissipation remained weed-free through the growing season.

The second consequence is that atrazine leached more deeply in the soil in the plots where it did not dissipate rapidly, but the herbicide did not move below the top three inches of the soil in the plots where it was degraded rapidly.

This research was published in the Journal of Environmental Quality.


Story Source:

Adapted from materials provided by USDA/Agricultural Research Service. Original article written by Don Comis.

Journal Reference:

  1. Dale L. Shaner, Lori Wiles, and Neil Hansen. Behavior of Atrazine in Limited Irrigation Cropping Systems in Colorado: Prior Use Is Important. Journal of Environmental Quality, 2009; 38 (5): 1861 DOI: 10.2134/jeq2008.0463

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AgroPortal, 2010.05.04

O ministro da Agricultura de Angola, Afonso Canga, diz que este sector é o novo dinamizador da economia do país e que em 2009 empregou mais de 70.000 pessoas.

Afonso Canga salientou, em declarações à imprensa, que no ano em curso os dados estatísticos mostram que o número de 2009 já foi ultrapassado.

O ministro falava no âmbito da preparação da 26.ª Conferência Regional da Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), que vai ter lugar em Luanda quinta e sexta-feira.

"Isso faz com que possamos estar optimistas quanto ao facto de que a agricultura é o sector de grande intensidade de mão-de-obra, um grande gerador de empregos, quer na actividade directa quer indirecta", disse o ministro.

Começou ontem em Luanda a reunião de peritos para preparação da 26.ª Conferência Regional da FAO, que reunirá na capital angolana os ministros africanos e técnicos da ONU para debater a segurança alimentar no continente.

A cerimónia de abertura está marcada para quinta-feira, passando Angola a presidir à organização.

Segundo Afonso Canga, anfitrião do encontro, um dos objectivos da conferência é o aumento da produção na área alimentar, tendo em conta que muitos países africanos ainda vivem uma situação grave em termos de alimentação.

"Num continente de aproximadamente mais de 900 milhões de habitantes, 30% da sua população encontrar-se em situação de insegurança alimentar significa muito", disse Afonso Canga.

"Vamos procurar de facto os países, as organizações internacionais, as agências de cooperação bilateral e multilateral, para que possam olhar para África com outro sentido, isto é, aumentando o desenvolvimento na agricultura, nos sectores produtivos para se aumentarem os rendimentos e se poder reduzir o défice alimentar e também por via disso combater-se a pobreza".

Fonte:  Lusa

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Presidente encontrou-se em Beja com jovens enólogos

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Foto: Presidência da República Portuguesa

O Presidente da República encontrou-se, na Herdade da Malhadinha, em Beja, com jovens enólogos de todo o país.

Após visitar uma mostra de vinhos, patente na adega da referida herdade, o Presidente Aníbal Cavaco Silva proferiu uma intervenção.

Seguidamente, o Presidente agraciou os Professores Nuno Magalhães e Olga Laureano, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e do Instituto Superior de Agronomia, respectivamente, com o grau de Comendadores da Ordem de Mérito Agrícola, Comercial e Industrial, Classe do Mérito Agrícola.

Fonte:  PR

 

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AgroPortal 2010.04.30
Perto de 6.000 resumos apresentados

A organização do 28º Congresso Internacional de Horticultura, que se realiza em Lisboa de 22 a 27 de Agosto de 2010, recebeu quase 6.000 resumos, de 115 países, para apresentações orais ou em posters. O IHC abre com uma conferência pelo Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações, Jorge Sampaio, ex-Presidente da República Portuguesa e deverá ultrapassar os 3.000 participantes de mais de 100 países.

O Congresso, que nesta edição tem como tema A Ciência e a Horticultura dirigida às Pessoas (Science and Horticulture for People), é uma conferência mundial sobre ciências hortícolas, que se realiza de quatro em quatro anos, sob o patrocínio da Sociedade Internacional para as Ciências Hortícolas (ISHS).

O IHC Lisboa 2010 é organizado por Portugal (Associação Portuguesa de Horticultura) e Espanha (Sociedad Española de Ciencias Hortícolas), no Centro de Congressos de Lisboa que durante uma semana será palco de colóquios, simpósios, seminários, workshops e sessões temáticas. Os temas centram-se na componente científica da horticultura mas também na interacção entre cientistas, produtores, consumidores e sociedade em geral. As inscrições já estão abertas e vão até à abertura do Congresso, mas a taxa reduzida termina em Abril de 2010.

“Este é o Congresso que os empresários e os técnicos hortícolas não podem perder!”, afirma António Monteiro, co-presidente português do IHC Lisboa 2010. “A participação no Congresso é uma oportunidade única para conhecer as novidades técnicas e os avanços científicos e para contactar com os melhores especialistas mundiais nas várias culturas e áreas de actividade”, salienta.

Jorge Sampaio fará a abertura do Congresso, na sua qualidade de Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações. O objectivo da Aliança é o de apoiar, através de uma rede de parcerias, o desenvolvimento de projectos que promovam o entendimento e a reconciliação entre culturas a nível global e, particularmente, entre as sociedades Muçulmanas e Ocidentais.

A sessão de abertura inclui um colóquio sob o tema geral Ciência Hortícola para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e contará com as intervenções de Cary Fowler, Director Executivo do The Global Crop Diversity Trust, sobre “A preservação da biodiversidade” e de Pere Puigdomenech Rosell, do Institute of Molecular Biology, CID-CSIC de Barcelona, sobre “Novas abordagens biológicas para a agricultura. Uma perspectiva geral”.

A organização do Congresso tem por base vários Comités – Executivo, Científico e do Programa, Consultivo Internacional, da Indústria e Organizador Local –, com membros de diversas universidades e institutos mas também de associações de produtores e de indústrias hortofrutícolas. O IHC Lisboa 2010 será muito mais do que uma reunião de cientistas, porque irá envolver os diversos sectores que contribuem para o dinamismo da horticultura.

A par dos trabalhos do IHC Lisboa 2010, no Pavilhão do Rio, terá lugar também o Pavilhão Espanhol – uma exposição da indústria hortofrutícola, da investigação e da inovação em Espanha. O Pavilhão do Rio será ainda utilizado para exibir posters e para os coffee breaks. No Centro de Congressos de Lisboa, numa zona adjacente às salas de conferência e zonas de exibição de posters estará ainda a Exposição – uma mostra global de produtos e serviços da área da horticultura.

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