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Frase do dia

por papinto, em 03.12.09

Sucesso é a habilidade de ir de um fracasso a outro, sem perda de entusiasmo
 

Winston Churchill

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Responsáveis da Direcção Geral de Agricultura da Comissão Europeia confirmaram à Federação Espanhola de Associações de Produtores Exportadores de Frutas, Hortaliças, Flores e Plantas Vivas (FEPEX) que a negociação do protocolo agrícola do Acordo de Associação entre a UE e Marrocos está concluída e só está pendente a adopção por parte do Conselho de Ministros de Assuntos Gerais, noticia o Agrodigital.

 A FEPEX rejeita as condições conhecidas do Acordo porque vai afectar muito negativamente as produções mediterrânicas de frutas e produtos hortícolas.

O Acordo prevê praticamente a liberdade total de acesso ao mercado comunitário de todas as frutas e hortícolas procedentes de Marrocos, estabelecendo contingentes apenas para os seis produtos seguintes que se consideram sensíveis: tomate, curgete, pepino, alho, clementina e morango. Para estes produtos fixam-se contingentes muito superiores aos estabelecidos no Acordo anterior.

No caso do tomate as concessões passarão de um contingente base de 185.000 toneladas, estabelecido no acordo actual, para 257.000 toneladas no ano de 2013, o que representa um aumento de 39%. O contingente adicional estabelecido no novo Acordo será de 28.000 toneladas. No caso da curgete, o contingente passa de 25.000 para 50.000 toneladas e o de pepino de 5.600 toneladas para 15.000. O contingente de clementina passa de 130.000 para 175.000 toneladas. O contingente de alho passa de 1.000 para 1.500 toneladas e no caso do morango abrem-se novos contingentes de 3.600 toneladas e 1.000 toneladas nos meses de Abril e Maio respectivamente, períodos extremamente sensíveis para a produção ibérica.

Nos restantes produtos liberaliza-se praticamente a sua exportação para a UE, estabelecendo-se uma isenção total dos direitos alfandegários ad valorem, enquanto se reduz em 30% o preço de entrada para a quase totalidade da fruta de caroço e da uva de mesa, assim como para os cítricos.

Para a FEPEX, o Acordo, nas condições conhecidas, terá uma incidência especialmente negativa nas regiões espanholas produtoras de Andaluzia, Múrcia, Valência, Canárias e Estremadura, afectando especialmente as produções hortícolas intensivas e de fruta precoce, com a consequente destruição de emprego e exportação. Por isso, a FEPEX entende que determinadas concessões não podem ser aceites pelo sector espanhol, considerando necessária a revisão do Acordo alcançado pela Comissão Europeia, que deve ser ratificado pelo Conselho de Ministros.

A FEPEX considera que não se valorizou, por parte das autoridades responsáveis da negociação, o impacto que terá o Acordo nem se adoptou, apesar do largo período de negociação, nenhuma medida política de carácter social, nem de reestruturação, nem de modernização das explorações que permita fazer frente à concorrência de Marrocos, que com uns salários 15 vezes inferiores aos espanhóis vai a provocar uma forte deterioração dos mercados comunitários em todas as produções afectadas.

As exportações de Marrocos de frutas e hortícolas para a UE no ano de 2008 ascenderam a 958.141 toneladas, seguindo uma tendência crescente constante. Em relação a 2007 a exportação marroquina aumentou 11,5% e nos últimos cinco anos, desde 2004, cresceu 32%. As principais hortícolas exportadas por Marrocos são o tomate, feijão verde, batata, pimento e curgete e as principais frutas são cítricos, melão, morango e uva de mesa.

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Já imaginou se pudesse viajar no tempo e visse como era uma transfusão de sangue em 1660 ou como foi produzida a aspirina? Para celebrar 350 anos de existência, a Royal Society britânica quis brindar os amantes de ciência com um presente fascinante: uma página na internet onde, pela primeira vez, disponibiliza manuscritos de algumas das

descobertas científicas

mais importantes dos últimos três séculos e meio.

O portal da instituição científica mais antiga do mundo chama-se “Trailblazing” e apresenta aos internautas uma “linha do tempo” onde podem escolher artigos originais de grande valor histórico e científico da década. O melhor do “Trailblazing”? A teoria de Newton sobre a luz e as cores (1672), um terrível relato de uma transfusão de sangue em 1660 ou um estudo de 1770 que afirma que o compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart era um génio - uma teimosia do cientista Daines Barrington que quis provar que esse menino, então com oito anos, possuía um talento musical acima da norma.

Mas há muito mais para ler: entre cerca de 60 mil artigos produzidos em 350 anos, a Royal Society seleccionou 60. Entre os documentos, recolhidos da publicação científica mais antiga do mundo em língua inglesa – “Philosophical Transactions” -, existe um estudo de 1776 que conta como o capitão James Cook livrou os marinheiros do escorbuto com repolho em conserva, limão e malte, muito antes de aparecer investigação sobre nutrição. Já entre os escritos mais recentes, estão as descobertas de Stephen Hawking sobre os buracos negros em 1970.

Criada oficialmente a 20 de Novembro de 1660, a Royal Society começou como uma associação de pensadores reunidos para discutir as teorias filosóficas e científicas de

Francis Bacon

.

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Numa cerimónia presidida pelo Magnífico Reitor da UTL foi empossado o Presidente do Instituto Superior de Agronomia, Prof. Carlos Noéme, para um mandato que termina em 2013.

Concluiu-se assim, hoje, um processo longo de eleição e tomada de posse dos novos órgãos de gestão do ISA, iniciando-se também um novo modo de governação.

É importante perceber as relações estatutárias entre os vários órgãos de gestão, bem como, observar como irão decorrer no quotidiano.

É também importante reflectir sobre o que muda com este novo modo de governação bem como sobre o que esteve em causa neste último ano cheio de actos eleitorais com uma participação sempre maciça, coisa nunca antes vista nesta escola.

Tentarei com serenidade fazê-lo  nos próximos tempos

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Agronomy

por papinto, em 01.12.09

Agronomy is a branch of agricultural science that deals with the study of crops and the soils in which they grow.

Agronomists work to develop methods that will improve the use of soil and increase the production of food and fiber crops.

They conduct research in crop rotation, irrigation and drainage, plant breeding, soil classification, soil fertility, weed control, and other areas.

For more information about the topic , read the full article at Wikipedia.org,

in: Science Daily - Agricultural and Food

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Estará o sistema educativo a fornecer aos jovens a oportunidade de desenvolver os seus talentos?“.

(ler aqui artigo completo)

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Público, 20091201

Por Bárbara Wong

 


 

A Associação Europeia das Universidades (a EUA a partir da sigla inglesa) defende mais autonomia para o ensino superior europeu. Apesar dos governos e da Comissão Europeia defenderem mais autonomia para as instituições, pouco se tem feito nesse sentido, considera a EUA num relatório sobre o tema, ontem divulgado.

A EUA debruçou-se sobre a reali-dade de 34 países, de Portugal à Fin_lândia, passando por Turquia, Croácia e Eslováquia, num estudo que terminará em 2011. A associação está preocupada com a autonomia financeira e a dependência das instituições. "Numa altura em que os fundos públicos para educação estão a estagnar por toda a Europa, e às universidades está a ser exigido que procurem alternativas, a EUA acredita que a falta de autonomia é uma ameaça real à sustentabilidade das instituições de ensino superior europeias", diz o estudo.

Em Portugal, tal como noutros 11 países, as instituições não podem pedir dinheiro emprestado; nem angariar fundos nos mercados financeiros, como sucede com outros 18. Na maior parte dos países, as escolas não têm autonomia para decidir o que fazer com os seus edifícios, mesmo quando lhes pertencem.

Tudo isto limita a autonomia financeira das universidades, reforça a EUA. "Se as universidades não forem livre para agir no interesse dos seus alunos e pessoal, então todas as outras dimensões da autonomia também só existem na teoria", refere Thomas Estermann, autor do relatório.

Em dois terços dos estados, as instituições têm autonomia para decidir a sua estrutura interna. Portugal não está neste grupo, mas entre os dez onde as instituições estão condicionadas pela lei e pela tutela para decidir questões internas. Trata-se de mecanismos "indirectos" de intervenção em áreas cruciais, como o financiamento ou admissão de pessoal.

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