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O título desta notícia deveria ser "Ensino Superior português podia produzir o mesmo com metade do dinheiro em 2005", mas, claro, os últimos 8 caracteres tornavam o título demasiado comprido..... ler notícia aqui

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Jornal de Negócios, 20091209
O Ensino Superior público português surge entre os mais ineficientes do mundo ocidental, segundo um estudo encomendado pela Comissão Europeia ao Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).

Germano  Oliveira

 

O Ensino Superior público português surge entre os mais ineficientes do mundo ocidental, segundo um estudo encomendado pela Comissão Europeia ao Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).

O trabalho indica que as universidades e os politécnicos públicos podiam ter produzido o mesmo com 48,6% do dinheiro que gastaram, desde que as verbas tivessem sido aplicadas eficientement

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2009-12-04 (IM)

A precipitação registada no mês de Novembro em Portugal continental situou-se próxima dos valores normais (1971-2000), apresentando uma anomalia de + 13,4 mm.

As quantidades de precispitação ocorridas em Novembro levaram ao fim da situação de seca meteorológica na região Norte e litoral centro, de acordo com o Observatório de Secas do Instituto de Meteorologia. Nas restantes regiões mantém-se a situação de seca, com agravamento no Algarve e em alguns locais no Alentejo, numa expressão de 60% do território continental em situação de seca meteorológica, ainda que com grau de severidade pouco elevado.

Em termos nacionais (continente), os valores de precipitação situaram-se próximos dos valores normais (1971-2000), no entanto, em termos regionais e focando em especial a região Norte e Litoral Centro, os valores de precipitação registados foram particularmente elevados. Realce para o valor diário de 85 mm (entre as 09:00 UTC de dia 15 e as 09:00 UTC de dia 16) registado na estação de Porto/Pedras Rubras, valor este que corresponde ao maior valor observado nesta estação desde 1967 (o anterior valor era de 68,7 mm, em 14.11.1085).

No que diz respeito às temperaturas, Novembro apresentou valores de temperatura mínima e média do ar acima dos valores normais (1971-2000) com anomalias de + 1,6ºC e + 0,9ºC, respectivamente, sendo que o valor mensal da temperatura mínima constitui o 10º valor mais elevado desde o ínicio dos registos, em 1931. A temperatura máxima situou-se muito próxima do valor normal, com um desvio de + 0,1ºC.

No Arquipélago da Madeira, os valores de temperatura do ar, mínima, média e máxima, foram superiores aos respectivos valores normais. Quanto aos valores de precipitação, os mesmos situaram-se abaixo do valor normal.

No Arquipélag o dos Açores, os valores médios da temperatura do ar mínima, média e máxima foram inferiores aos respectivos valores normais, o mesmo sucedendo com os valores de precipitação, excepção feita às Flores (Grupo Ocidental) que registou valores de precipitaçáo superiores ao valor normal.

Consulte o Relatório Clima Novembro 2009:

  - Relatório Clima Novembro 2009
   

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IM cria Observatório de Secas

por papinto, em 08.12.09

2009-12-04 (IM)

No âmbito das suas actividades de monitorização do clima, com particular realce para o acompanhamento das situações de seca meteorológica, o Instituto de Meteorologia, I. P.criou e institucionalizou um Observatório de Secas para informação pública.

O Observatório actuará ao nível da monitorização da evolução da situação de seca meteorológica, disponibilizando mensalmente informação relativa ao grau de severidade da situação de seca, fazendo, paralelamente, uma antevisão da evolução da situação com cenários baseados em probabilidades de ocorrência de precipitação a médio prazo.

A informação do Observatório de Secas passará a ser apresentada no site do IM, assim como fará parte dos relatórios mensais de clima, divulgados, também, na página WEB do IM.

 

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Observatório de Secas

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A SPEA reconheceu a Quinta de Zom, em Freixo de Espada à Cinta, pela sua extraordinária diversidade de aves. Esta propriedade de 90ha, localizada em pleno Parque Natural do Douro Internacional, possui mais de 60 espécies de aves, que dependem dos habitats naturais da quinta e de uma gestão agrícola favorável. A Quinta de Zom é um exemplo da importância das zonas agroflorestais para a biodiversidade e do papel dos agricultores na sua protecção. Esse papel parece não ter sido reconhecido pelo Ministério da Agricultura, uma vez que Portugal não investe o suficiente em medidas agro-ambientais para a natureza.

Os ecossistemas agro-florestais representam mais de 75% do território Nacional. Por isso são muito importantes para a conservação do património natural e da biodiversidade. Cerca de 50 espécies de aves terrestres ameaçadas dependem dos habitats agrícolas e agro-florestais de Portugal Continental. A biodiversidade dos campos agrícolas de Portugal não se esgota nas aves. São também relevantes outros grupos de vertebrados, os invertebrados e a flora.

É importante que os agricultores favoreçam a biodiversidade dos seus campos e que sejam também beneficiados por ela. Cada agricultor ou proprietário agrícola deve fazer a sua parte, procurando gerir a sua exploração de uma forma menos intensiva e mais amiga da natureza, poupando com isso tempo e dinheiro. Para isso necessita de conhecimentos e de instrumentos de apoio. A campanha da SPEA denominada “Conheça as Aves da Sua Propriedade” visa providenciar conhecimentos aos proprietários interessados e incentivar uma gestão dos meios rurais mais amiga da natureza. Em 2009 participaram 18 propriedades, distribuídas por Trás-os-Montes, Beira Interior, Ribatejo e Alentejo. A Quinta de Zom destacou-se por possuir uma grande diversidade de aves para a sua reduzida dimensão. Nos 90ha da propriedade ocorrem mais de 60 espécies de aves, algumas da quais ameaçadas de extinção, como o Milhafre-real e o Britango. Esta diversidade de aves deve-se aos habitats naturais dentro da propriedade e arredores, como a floresta de Sobro e Zimbro e os matos mediterrânicos. Mas deve-se também ao tipo de gestão implementado pelo proprietário, com uma aposta na agricultura biológica e na produção integrada.

A SPEA espera, com este reconhecimento, estimular o proprietário a continuar com práticas favoráveis à conservação da natureza, utilizando a biodiversidade como imagem de qualidade da produção e dos serviços. Com este tipo de acções pretende sensibilizar os agricultores, as suas organizações e o Ministério da Agricultura. Como refere Domingos Leitão (Coordenador do Programa Terrestre) “o serviço público prestado pelos agricultores portugueses na conservação da biodiversidade deve ser considerado e devidamente apoiado por mais medidas agro-ambientais específicas para a Rede Natura 2000.” Infelizmente, a maioria dos agricultores dentro destas áreas classificadas continuam ainda à espera de apoios prometidos pelo Ministro da Agricultura para práticas agrícolas “amigas” da natureza no âmbito do ProDeR.

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por HELDER ROBALO

DN, 2009.12.05

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Críticas. Desfasamento entre os programas de estudo e as prioridades do Governo, deficiente sistema de incentivos e a baixa qualificação do pessoal académico são alguns dos pontos fracos encontrados

Um estudo encomendado pela Comissão Europeia (CE) e realizado por quatro investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) concluiu que as universidades públicas portuguesas gerem mal os seus recursos e que, no período em análise, entre 1998 e 2005, foram das mais ineficientes entre os 28 países analisados.

Os principais problemas prendiam-se com um desfasamento entre a rede de instituições e programas de estudo que não correspondia às prioridades do Governo. Por isso, Portugal é apresentado como mau um exemplo de "eficiência", concluindo-se que o País tem uma rede de universidades e cursos que também não correspondem às necessidades da economia.

Além disso, também o sistema de incentivos é criticado, nomeadamente o facto de "a competição ser reduzida a limitadas oportunidades de promoção, nos topos das carreiras". O estudo aponta ainda como pontos fracos a baixa qualificação do pessoal académico, devido ao reduzido número de doutorados, tal como a excessiva carga lectiva dos professores.

Neste estudo foram considerados todos os países da União Europeia menos o Luxemburgo, que até há pouco tempo não tinha universidades, e ainda o Japão e os EUA, "com quem os europeus gostam sempre de se comparar", diz Miguel St. Aubyn.

Segundo este investigador do ISEG, algumas razões para esta má classificação prende-se "com o tempo que os alunos demoram a concluir os cursos quando não desistem mesmo a meio". Além disso, salienta, o número de publicações científicas nos anos em análise foi bastante reduzido face ao número de docentes existente.

Mesmo assim, este até nem era, no período em análise, dos piores resultados do País, uma vez que, neste ranking, Portugal surgia em 16.º lugar, há frente da França e do Japão e logo atrás da Espanha.

Por outro lado, se Portugal aparecia em 11.º na relação entre pessoal académico por cada mil habitantes, já ao nível de licenciados por mil habitantes surgia em 22º. O mesmo lugar que ocupava na relação entre o número de licenciados o pessoal académico.

Miguel St. Aubyn diz que outra das conclusões foi que, por norma, as universidades apresentam melhores resultados nos países em que o financiamento está dependente dos resultados. Algo que em Portugal não sucede.

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Cereais:

Horticultura

Floresta:

Agricultura

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Frase do dia

por papinto, em 04.12.09

Os nossos amigos mostram-nos o que se pode fazer; os nossos inimigos ensinam-nos o que devemos fazer

Johann Wolfgang von Goethe

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Cimeira de Copenhaga

por papinto, em 03.12.09

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