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É que, como alguém escreveu,

"nada deve ser mais importante nem mais desejável (...) do que preservar a boa disposição dos professores (...). É nisso que reside o maior segredo do bom funcionamento das escolas (...). Com amargura de espírito, os professores não poderão prestar um bom serviço, nem responder convenientemente às [suas] obrigações."
Este conselho, que mão amiga me fez ontem chegar, foi extraído do Ratio Studiorum da Companhia de Jesus, uma obra de... 1599. Ora se, passados mais de quatro séculos, os jesuítas continuam a gerir algumas das escolas mais procuradas em todo o mundo (Bill Clinton estudou numa delas, a celebrada Universidade de Georgetown) é porque algum nexo teriam as regras que sempre seguiram.
 

in: "O recuo tardio que pode não trazer paz de volta às escolas", José Manuel Fernandes, Público, 21.11.2008

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