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Fusão UL com UTL

por papinto, em 31.12.12

Mensagem às comunidades académicas

"Foi hoje publicado o decreto-lei que procede à fusão entre a Universidade de Lisboa e a Universidade Técnica de Lisboa (Decreto-Lei n.º 266-E/2012, Diário da República, n.º 252, 2.º Suplemento, Série I, de 31 de Dezembro de 2012).

É um momento particularmente importante de um processo no qual, colectivamente, nos envolvemos. Regista-se com particular agrado que o decreto-lei respeita as lógicas de participação e de decisão democrática no seio das duas universidades, estipula a integração do Estádio Universitário na nova Universidade e resolve problemas existentes há décadas com o património da UL e da UTL.

Queremos agradecer a todos aqueles que, ao longo dos últimos anos, trabalharam na concretização deste projecto, desde os conselhos gerais aos senados, desde os membros dos grupos de trabalho aos docentes, investigadores, estudantes e membros do pessoal não docente.

Agora, temos um período de cerca de três meses para a elaboração, discussão pública e aprovação dos Estatutos da nova Universidade. Pedimos a todos, desde já, que participem neste debate, ajudando a construir os contornos da nova “Universidade de Lisboa”, fruto da fusão entre as duas principais universidades de Lisboa.

Entretanto, aguardamos que a Assembleia da República aprove as alterações ao Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), concedendo à nova Universidade, como se prevê no preâmbulo do decreto-lei, um “quadro jurídico de autonomia reforçada” enquanto universidade pública (pessoa colectiva de direito público).

Logo que os Estatutos sejam aprovados e homologados pelo Governo abrir-se-á o processo de eleição do Conselho Geral e, posteriormente, do Reitor da nova Universidade.

No momento em que os dois conselhos gerais vão reunir com os reitores, constituindo-se em Assembleia Estatutária, convidamos as duas comunidades académicas a participarem numa sessão solene conjunta de abertura do ano académico, que terá lugar no dia 16 de Janeiro, quarta-feira, às 17 horas, na Aula Magna da Universidade de Lisboa (ao Campo Grande)."

Lisboa, 31 de Dezembro de 2012

António Cruz Serra, Reitor da Universidade Técnica de Lisboa
António Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa

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DecrteoleidafusaoULUTL

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 Publicado em 19 de Dezembro de 2012.

greensavers.sapo.pt

 

A quantidade de terra usada para cultivo em todo o mundo está no seu auge e uma área com duas vezes o tamanho de França pode voltar à natureza em 2060, devido à maior produtividade dos solos e a um crescimento mais lento da população.

Um relatório divulgado esta semana diz que a humanidade alcançou o pico das culturas agrícolas. Isto entra em conflito com estudos da ONU que adiantam que serão necessárias mais terras cultiváveis nas próximas décadas, de modo a evitar o aumento da fome e dos preços, à medida que a população mundial cresce além dos sete mil milhões.

Este novo estudo calcula que a utilização de mais culturas para biocombustíveis e um maior consumo de carne em economias emergentes, como a China ou a Índia – exigindo mais terras cultiváveis para alimentar o gado –, não irão compensar a queda do pico causado por uma melhor produtividade.

Se isto se confirmar, a terra libertada a partir das colheitas será 10% da que está actualmente em uso – o equivalente a 2,5 vezes a área total de França ou mais do que todo o território arável agora cultivado na China.

“Acreditamos que a humanidade atingiu o pico das suas culturas e que as muitas terras estão prontas para voltar à natureza”, explicou Jesse Ausubel, director do Programa para o Meio Ambiente Humano, da Universidade Rockefeller, em Nova Iorque. “Felizmente, a causa não é o esgotamento da terra arável, como muitos temiam, mas sim a moderação da população e os gostos dos agricultores”, escreveu ele.

O relatório, fornecido à Reuters por Ausubel, projecta que cerca de 150 milhões de hectares possam ser restabelecidos para as suas condições naturais, como florestas, em 2060. Esta previsão é equivalente a 1,5 vezes a área do Egipto.

O estudo avança que a terra arável mundial e as áreas de cultivo permanente subiram de 1.370 mil milhões de hectares em 1961 para 1.53 mil milhões em 2009. E prevê uma queda para 1.38 mil milhões de hectares em 2060.

O estudo de Ausubel admite fazer muitas suposições – a produtividade agrícola crescente, o abrandamento do crescimento populacional, o aumento relativamente lento no uso de plantas para produzir biocombustíveis, o aumento moderado no consumo de carne – que podem distorcer o resultado obtido se estiverem erradas.

Também não foram tidas em conta as grandes mudanças climáticas que os estudos da ONU dizem que poderiam interromper a produção agrícola, como o aumento das temperaturas, as chuvas menos previsíveis, mais inundações, secas, desertificação e as ondas de calor.

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Pdr.supp Final Paper

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