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Agricultora apanha nabo de seis quilos

por papinto, em 24.02.12

Sempre me fascinaram estes "fenómenos". Qual é o limite genético do tamanho de uma espécie? Como é determinado?


DN 2012-02-24 por Mónica Ferreira<input ... >Hoje<input ... >

Agricultora apanha nabo de seis quilos

 

Deolinda Pereira nem queria acreditar quando chegou ao seu quintal, ontem à tarde, em Lagares, no concelho de Penafiel, e encontrou um nabo de seis quilos.

A mulher de 72 anos, agricultora desde que se conhece por gente, nunca tinha visto um fenómeno daqueles. "É a primeira vez que tenho um vegetal deste tamanho. Aliás, nunca houve um nabo tão grande em nenhum quintal daqui da freguesia", afirmou orgulhosa. 

Em Lagares, o nabo de seis quilos é já falado por todos, visto que ninguém tem memória de tão grande vegetal crescer nos solos daquela freguesia penafidelense, e a casa de Deolinda Pereira tem recebido visitas de toda a vizinhança para ver o legume. "Até o pus numa cadeira à porta de casa para toda a gente poder ver", referiu Deolinda Pereira, acrescentando que, quando o levou do campo até casa, todos a paravam pelo caminho "para ver tal coisa". 

Deolinda Pereira sempre trabalhou na terra e confessa que é isto que gosta de fazer. "Sempre plantei de tudo um pouco e sempre plantei nabos, mas isto nunca me tinha acontecido" declarou. Esta quarta-feira quando se dirigiu ao campo, para o preparar para semear batatas, deu de caras com o nabo gigante. 

No quintal onde surgiu este nabo nasceram outros com três e quatro quilos de peso. Nunca um fenómeno como este. 

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Agroportal, 2012-02-24

 

 

 

O fundador da Microsoft, Bill Gates, defendeu, esta quinta-feira, uma "revolução digital" para lutar contra a fome no mundo, apostando no reforço da produtividade dos agricultores com a utilização de sistemas de satélites, tecnologias audiovisuais ou de selecção de sementes.

"Devemos reflectir muito seriamente sobre a maneira de tirar proveito de uma revolução digital para alcançar a inovação, incluindo na agricultura", afirmou o filantropo norte-americano em Roma, durante a reunião anual do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola, agência especializada das Nações Unidas.

"Se vamos cuidar dos mais pobres, devemos ocupar-nos com a agricultura. Acreditamos que os pequenos agricultores podem duplicar, e em alguns casos triplicar, a produção durante os próximos 20 anos, ao mesmo tempo que preservam as suas terras", disse Gates.

Para tal, o fundador da Microsoft deu como exemplo a utilização de tecnologias informáticas ao nível das sementeiras, que poderão ajudar nas previsões de produção e reduzir o tempo de desenvolvimento de uma nova variedade.

Bill Gates apoiou igualmente o intercâmbio de vídeos entre agricultores, para trocarem experiências, e a utilização de sistemas de satélite desenvolvidos por Ministérios da Defesa do mundo inteiro para conseguir uma maior quantidade de dados sobre terrenos agrícolas a nível global.

O milionário norte-americano anunciou também em Roma que a sua fundação, a "The Bill & Melinda Gates Foundation" irá doar cerca de 200 milhões de dólares (cerca de 151 milhões de euros) para financiar a investigação sobre novos tipos de milho, mais resistentes à seca, vacinas para gado e projectos de formação para agricultores.

"Os investimentos na agricultura representam a melhor arma contra a fome e a pobreza", sublinhou Gates, indicando que a sua fundação prevê investir um total de dois mil milhões de dólares (1,51 mil milhões de euros) a favor dos agricultores e da agricultura.

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DN, <input ... >23 Fevereiro 2012

A planta de flores "silene stenophylla', que viveu há 30 mil anos, voltou a florescer graças ao trabalho de uma equipa de investigadores russos que descobriram as sementes congeladas no gelo da Sibéria, a 38 metros de profundidade, e conseguiram fazer nascer novos espécimes usando os tecidos preservados durante milénios.

A chave da ressurreição está no pergelissolo (ou permafrost), a camada de solo congelado que se estende por milhares de quilómetros quadrados no Ártico, onde está armazenado um grande banco de sementes e organismos congelados desde há milénios. Os cientistas já haviam conseguido reavivar diversos microorganismos, mas até agora não tinham conseguido encontrar restos viáveis de plantas com flor.

O progresso alcançado agora por David Gilichinsky e os seus parceiros da Academia Russa de Ciências foi publicado na revista PNAS, num artigo que explica como desenterraram os frutos e as sementes de "silene stenophylla", uma planta herbácea do Pleistoceno - época do período Quaternário da era Cenozoica do éon Fanerozoico que está compreendida entre 1 milhão e 806 mil e 11 mil e 500 anos atrás, aproximadamente.

Os restos faziam parte da "despensa" de um roedor pré-histórico, uma espécie de esquilo que enterrou a comida num local perto do rio Kolyma, no nordeste da Sibéria.

As sementes foram encontradas a uma profundidade de 38 metros, em sedimentos que estiveram sempre em temperaturas negativas.

Uma vez recolhidas as amostras, datadas pelo método de radiocarbono como tendo 30 mil anos, os investigadores da Academia Russa de Ciências replicaram a planta através da cultura dos tecidos e micropropagação de onde resultaram clones da planta obtidos a partir da germinação dos frutos congelados debaixo do gelo.

As plantas cresceram e floresceram uma no depois e voltaram a dar frutos com sementes.


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