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Trabalho dos jardins de Kew e Missouri

Público on-line 29.12.2010 - 16:45 Por Helena Geraldes

Legumes, musgos, rosas e mesmo as ervas mais simples fazem parte da lista mais completa de sempre das plantas conhecidas para a ciência. A base de dados, com mais de um milhão de nomes, está terminada, revelaram hoje os jardins botânicos de Kew e do Missouri, instituições de referência mundial em biologia vegetal.
Uma em cada cinco plantas no mundo está ameaçada de extinção

 

Uma em cada cinco plantas no mundo está ameaçada de extinção (Paulo Ricca)

 

A Lista das Plantas, que será actualizada, inclui 1,25 milhões de nomes científicos de plantas. Destes, cerca de 300 mil são nomes já aceites e 480 mil são sinónimos. Para os restantes 260 mil nomes ainda não há certezas suficientes e há que investigar mais.

“Todos os nomes válidos publicados para as plantas, ao nível das espécies, foram incluídos na Lista das Plantas. A maioria são sinónimos e nenhum nome foi apagado”, disse Peter H. Raven, director do Jardim Botânico do Missouri, em comunicado.

Stephen Hopper, director dos Jardins de Kew, considera que esta lista “é crucial para planear, implementar e monitorizar os programas de conservação das plantas de todo o mundo”.

Sem nomes específicos, a tarefa de compreender e comunicar o cenário botânico do planeta seria um “caos ineficiente, que custaria muito caro”, revelam os Jardins de Kew, em comunicado. Assim, a lista permite ligar os diferentes nomes científicos utilizados para uma espécie em particular e relacionar as espécies a publicações científicas para ajudar os investigadores.

Os botânicos ingleses e norte-americanos começaram a trabalhar nesta lista em 2008, comparando as famílias de plantas registadas pelos Jardins de Kew e o sistema Trópicos, um banco de dados alimentado desde 1982 pelos Jardins do Missouri, com cientistas a trabalhar em 38 países.

“Nas últimas décadas, estas duas instituições de referência têm feito um investimento extraordinário para identificar espécies à escala global e para construir uma rede de avaliação mundial da diversidade vegetal”, comentou Helena Freitas, directora do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. As duas conseguiram “chegar a um número bastante realista” e cientificamente válido sobre o número de espécies, acrescentou ao PÚBLICO, salientando a “promoção da ideia da importância das plantas como base das cadeias alimentares”.

Em Outubro, os 193 países membros da Convenção sobre a Diversidade Biológica reunidos em Nagoya, no Japão, decidiram criar até 2020 um banco de dados online de toda a flora conhecida no planeta.

Uma em cada cinco plantas no mundo está ameaçada de extinção, revelou em Setembro um estudo da União Internacional da Conservação da Natureza (UICN).

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ScienceDaily (Dec. 29, 2010) — Most agricultural crops require large quantities of nitrate-rich fertilizer to realize optimal yields. The dilemma for growers is finding ways to balance the amount of nitrogen needed for production while minimizing potentially harmful nitrates that can leach into ground and surface waters. Increased interest in environmentally beneficial "low-input" approaches is challenging researchers to identify genotypes that have a characteristic called "high nutrient use efficiency," or NUE.


Using vegetable types with high NUE could help growers lessen environmental impacts while maintaining high crop yields. A new study reported on improved NUE traits that resulted from grafting melon plants onto commercial rootstocks.

Scientist Giuseppe Colla from the University of Tuscia and colleagues published the research in HortScience.The researchers evaluated a "rapid and economical" methodology for screening melon rootstocks for NUE using two experiments. In the first experiment melon plants, either ungrafted or grafted onto four commercial rootstocks grown in hydroponics, were compared. The second experiment was designed to confirm whether the use of a selected rootstock with high NUE could improve crop performance and NUE of grafted melon plants under field conditions.

The researchers observed that NUE traits were improved by grafting melon plants onto commercial rootstocks; grafted plants needed less nitrate in the nutrient solution to reach half maximum shoot dry weight. "In addition, the higher nitrate reductase activity of grafted plants under low nitrate conditions confirms that certain rootstocks have the potential to improve the NUE of grafted plants," they noted. In the second experiment, carried out under open field conditions, increasing the fertilization rates increased the total and marketable yields of melon plants, while decreasing NUE. When averaged over nitrogen levels, the marketable yield, NUE, and N uptake efficiency were higher by 9%, 11.8%, and 16.3%, respectively, in grafted plants than in ungrafted plants.

"We found that the use of melon grafted on selected rootstock represents a potential strategy for increasing yield and NUE and coping with soil fertility problems under low-input conditions," the authors concluded.

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Story Source:

The above story is reprinted (with editorial adaptations by ScienceDaily staff) from materials provided by American Society for Horticultural Science, via EurekAlert!, a service of AAAS.

Journal Reference:

  1. giuseppe Colla, Carolina María Cardona Suárez and Mariateresa Cardarelli. Improving Nitrogen Use Efficiency in Melon by Grafting. HortScience, 45: 559-565 (2010) [link]

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EVolbalpaghortfruti

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ScienceDaily (Dec. 28, 2010) — Polyethylene mulches, used widely in commercial vegetable production to improve crop yields and produce quality, have distinct disadvantages. Disposal options are limited, and plastic mulches often end up in landfills, being burned, or disposed of illegally. Recycling polyethylene mulches is also a challenge; the mulches used in large-scale vegetable production are contaminated with too much dirt and debris to be recycled directly from the field in most power plants and incinerators.

 

Timothy Coolong from the University of Kentucky's Department of Horticulture published a report on paper mulches in HortTechnology that may give vegetable producers viable alternatives to polyethylene.

The recent trend toward eco-friendly production techniques has resulted in a second look at biodegradable paper mulches, which are manufactured from renewable resources and do not have to be removed from the field after harvest. Paper-based mulches have been used in agriculture since 1914, but some paper mulches deteriorate rapidly under field conditions, reducing their effectiveness. Paper mulches have other limitations; since they are heavier than polyethylene, transportation costs are higher, and paper mulches are inherently more expensive than polyethylene.

Coolong's research evaluated the performance of four readily obtainable papers compared with traditional black plastic using conventional plastic laying equipment and a water wheel transplanter. The experiments were conducted in Lexington, Kentucky, over two growing seasons using yellow squash. Crop yield and quality, weed biomass, soil temperatures under the mulch, and mulch degradation were evaluated. Four paper mulches -- 50-lb kraft paper, 50-lb polyethylene-coated kraft paper, 40-lb white butcher paper, and 30-lb waxed paper -- were compared with 1-mil black polyethylene mulch in two weeding treatments (bare-ground hand-weeded and bare-ground nonweeded).

In the Fall 2007 experiment, butcher paper and polyethylene-coated kraft paper controlled weeds as well as black plastic mulch. However, in Spring 2008, black plastic mulch provided superior weed control compared with other mulches. Yields among waxed, butcher, and polyethylene-coated kraft papers were similar to black plastic mulch in 2007, though yields in paper mulch plots were significantly less than plastic mulch in Spring 2008. Coolong observed that most of the paper mulches were able to be placed with a plastic mulch layer, but were not well-suited for use with a water wheel transplanter.

"Our results suggest that in some situations, paper mulches may provide a more sustainable alternative to traditional black plastic mulches. Results with the polyethylene-coated kraft paper suggest that efforts to combine paper with biodegradable films to create mulches may prove worthwhile," observed Coolong. He cautioned that although paper mulches can be effective, cropping conditions and the environment will influence effectiveness, adding that "if paper mulches are ever to be used on a large scale, they will have to be used in conjunction with mulch laying equipment and perhaps mechanical transplanters."

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O challet nos anos 1990

por papinto, em 28.12.10

 

Desenho a lápis de João Maria Salgado de Goes (1990)

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Museu do Traje aluga terras para cultivo

por papinto, em 26.12.10
http://www.boasnoticias.pt/ 26 Dezembro de 2010

 

[Fotografia: © Miguel Lopes / LUSA]

 

 

 

Em outubro, o Núcleo de Hortas do Parque Botânico do Museu Nacional do Traje, em Lisboa, colocou à disposição do público interessado trinta talhões para cultivo. Entre aqueles que os arrendaram, alguns fizeram-no pelo contacto com a Natureza, outros por razões económicas.

Todos os talhões, distribuídos por um terreno de três mil metros quadrados, foram adquiridos por um ano e mediante licitações. Os valores variaram entre os 0,80 euros e os 2,50 euros por metro quadrado.

Com a ajuda das duas filhas mais velhas, Ana Mourão foi a primeira a ver o fruto do seu trabalho naqueles talhões: uma pequena alface. Ali instalou também um tanque de compostagem que regularmente é alimentado com restos orgânicos. Não trabalha a terra por necessidades económicas, mas espera fazer desta horta a origem de parte significativa dos legumes que a família consome.

"Para já, vale pela experiência, pelo prazer do tempo de convívio familiar passado na natureza", revelou Ana Mourão à agência Lusa.

Já o arquiteto responsável pelos jardins do museu, Rui Costa, reconhece que a crise motivou uma espécie de "corrida" aos talhões; o número de hortelões aumentou para perto do dobro. "As pessoas tentam complementar a sua alimentação com os legumes que aqui plantam", disse à Lusa.

Couves, feijão, alface, ervas aromáticas, favas, alhos ou brócolos são as culturas que mais preenchem os terrenos do Museu do Traje, onde cada um aposta nas mais criativas formas de afastar os predadores. Há ainda uma regra a cumprir: os talhões não podem ser vedados, sendo que quem passeia por lá pode apreciá-los.

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TSF on-line 16.12.2010

Uma em cada quatro explorações agrícolas deixou de existir, sobretudo pequenos terrenos, na Beira Litoral, Ribatejo, Oeste e Algarve. Ainda assim, as explorações ocupam metade do território nacional.

Em dez anos, desapareceu uma em cada quatro explorações agrícolas. Ao todo, deixaram de existir 112 mil, sobretudo pequenas explorações, na Beira litoral, Ribatejo, Oeste e Algarve.

O recenseamento mostra outros recuos de terras aráveis e do número de explorações pecuárias. Há menos porcos, ovelhas e cabras, uma queda que chega aos 25 por cento. Só o número de bovinos se mantém estável.

Há uma área menor para a vinha, menos batatas e cereais para grão, menos pomares de frutos frescos, menos limões e laranjas.

Em contrapartida, a produção de frutos subtropicais subiu, com destaque para o kiwi, e aumentou o número de tractores.

Quanto ao perfil dos agricultores, são homens, em média estão mais velhos quatro anos, quase metade tem mais de 65 anos e mais de metade tem apenas a antiga 4ª classe.

A família é responsável por cerca de 80 por cento do trabalho agrícola e as pensões e reformas representam o principal rendimento para estes homens da terra.

Estes dados preliminares do recenseamento agrícola de 2009 foram revelados, quarta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), numa operação que custou cerca de 17 milhões de euros e que envolvendo mais de dois mil colaboradores.


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Apanha da azeitona

por papinto, em 16.12.10

Herdade de Marcolos
Aviz
Dezembro de 2010

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CriacaodoISA

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