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By Rick Noack December 4, 2014  

 

Within the last 100 years, Europe has experienced two World Wars, the end of communism, the emergence of the European Union and a series of other transformative political and economic developments. A team of scientists has now been able to visualize the impact of historical events in maps that show the growth and decline of settlements, forests and croplands.

The map, shown above, is the result of a research project led by Dutch scholar Richard Fuchs from the University of Wageningen. Besides regional political and economic trends, Europe's landscape was shaped by several larger developments of the 20th century, according to Fuchs.

The following maps preview some of the affected regions which we will explain and show in detail throughout this post.

 

"More than 100 years ago, timber was used for almost everything: as fuel wood, for metal production, furniture, house construction. Hence, at around 1900 there was hardly any forest areas left in Europe. Especially after World War II, many countries started massive afforestation programs which are still running today," Fuchs told The Washington Post.

As a result, Europe's forests grew by a third over the last 100 years. At the same time, cropland decreased due to technological innovations such as motorization, better drainage and irrigation systems: Relatively fewer area was needed to produce the same amount of food. Furthermore, many people migrated from rural to urban areas, or overseas.

Fuchs' fascinating conclusion: Forests and settlements grew at the same time and Europe is a much greener continent today than it was 100 years ago. A closer look at different regions and countries reveals Europe's recovery from the deforestation of past centuries.

In France, Spain and Italy, reforestation was particularly visible

 

In the southern French region of Vaucluse, entire mountain ranges were de-forested at the beginning of the 20th century, but the country invested heavily to reverse the trend. Meanwhile, agricultural projects in southern Spain transformed once arid, barren areas into profitable agricultural fields or even forests.

 

A similar development was documented in Italy. Former cropland were abandoned due to market competition, urbanization and emigration. Today, many parts of the Apennine Mountains (located on the right side of the map below) are dominated by grasslands and forests again.

 

The end of communism also led to forest growth in eastern Europe

 

In eastern Europe, many forests re-grew after the end of the Soviet Union. Fuchs and his colleagues explain the development with the fact that many privatized agricultural farms were less competitive on the global market. Therefore, farmers abandoned unprofitable cropland. Particularly in Romania and Poland, former cropland was taken back by nature afterward, first turning into grassland and later into forests.

In the 1990s, Europe also introduced a Common Agricultural Policy which stated that only highly productive areas should be used as cropland, in order to prevent inefficiency. Hence, fields got continuously bigger to better manage and maintain them with machines. Marginal land, however, was given up.

Scandinavian forests recovered to supply other countries

 

 

To the north of formerly communist Estonia, Latvia and Lithuania, Scandinavian countries were able to re-grow most of their forests (and are continuing to do so today) to keep up with timer demand, as they substituted most other suppliers in Europe that had practically used up most of their own wood resources.

Elsewhere, re-forestation programs soon had a visible impact, as well...

 

... as more and more people moved into urban areas 

 

What you see here is among of the most populous areas of Europe: London (the growing, red area in the upper part of the picture), Paris (lower left side), and Brussels (in the middle). Although London experienced its most significant population growth in the 19th century, the city's suburbs grew massively in the 20th century and continue to do so.

The city of Paris itself actually lost inhabitants over the 20th century due to gentrification and higher rents, but you can clearly see how its suburbs became more and more populous throughout the century.

Britain recovered from excessive timber demand, as the Netherlands expanded its forests

 

 

Both the Netherlands and Britain had empires that relied heavily on the sea and their naval strength. In order to build ships, they needed wood -- and in 1900, only 2 - 3 percent of their territory was still covered with forests. Both countries have since been able to increase their forest area to 10-12 percent, as data from 2010 shows. The Netherlands also pursued another major project, visible on maps: It reclaimed the Zuiderzee bay with dams and drainage systems to gain more land.

A closer look at England and Ireland shows that both countries are nevertheless still mainly covered with grassland, while re-forestation has been particularly successful in Scotland.

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O Sol tem ciclos de 10 a 12 anos. As alterações na atividade durante esses ciclos pode afetar a forma como influencia o nosso planeta. 

Houve uma mini-idade do gelo entre 1350 e 1850, com invernos muito rigorosos como este registado por Pieter Brueghel 

Um novo modelo usado pela equipa de Valentina Zharkova, professora de Matemática na Universidade de Northumbria (em Inglaterra), permitiu prever que a atividade solar diminuirá em 60% durante os anos 2030, resultando em condições semelhantes à da mini-idade do gelo que teve início em 1645, referiu um comunicado de imprensa da Royal Astronomical Society. Os resultados foram apresentados durante a Reunião Anual de Astronomia que teve lugar em Llandudno, no País de Gales.

Há já 172 anos que os cientistas se aperceberam que o Sol tem uma atividade cíclica que dura 10 a 12 anos, mas esta atividade é muito variável de ciclo para ciclo e têm-se mostrado difícil de prever. Agora, a equipa de Valentina Zharkova estudou três ciclos solares (de 1976 a 2008), analisou as variações dos campos magnéticos do Sol, comparou o hemisfério norte com o hemisfério sul e criou um novo modelo que consegue fazer predições muito apuradas dessas irregularidades do ciclo solar.

A variação da atividade solar desde uma situação próxima do mínimo, até uma atividade máxima – SOHO/ESA/NASA

Ao usarem o modelo para prever o que acontecerá no futuro, os cientistas verificaram que no ciclo que inclui a década de 2030 os dois campos magnéticos ficariam completamente dessincronizados o que provocaria uma redução da atividade solar.

Falta explicar de que forma esta redução da atividade solar pode realmente afetar a Terra. Um estudo publicado em junho na Nature também revela que a atividade do Sol está a diminuir e que isso pode ter alguma influência nas correntes atmosféricas, mas os investigadores descartam que isso pudesse alterar o curso previsto para as alterações climáticas.

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Megatrends 2015

por papinto, em 01.07.15

Long TermMacroeconomicForecasts KeyTrends MegaTrends

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Pavilhão de exposições

por papinto, em 22.06.15

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 Exposição de flores no Pavilhão de Exposições no final dos anos de 1940

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InscrEve Coma 2015

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Equívocos

por papinto, em 13.06.15

JOSÉ FIGUEIREDO Público 13/06/2015 - 05:16

O equívoco entre ciência, tecnologia e o papel do engenheiro e da engenharia na sociedade não ajuda, a meu ver, ao desenvolvimento de políticas ajuizadas.

O artigo publicado no dia 11 de Junho no jornal PÚBLICO (Portugal, país de excelência em engenharia) pelo professor Marçal Grilo, que já teve responsabilidades políticas ao mais alto nível, refere repetidamente “na área das engenharias e das tecnologias”, “formações nas engenharias e nas tecnologias”, “olhar para as engenharias e para as tecnologias com atenção redobrada”.

Acontece que, para mim, com certeza por erro meu, estas formulações não têm sentido. Por um lado estamos a falar de olhares diferentes e sensibilidades distintas, olhar para a engenharia significa olhar para a prática, para o eventual porquê dessa prática e/ou para o eventual ensino dessa prática, já olhar para a tecnologia visa o olhar para o artefacto, a tendência dos artefactos e coisas assim. Por outro lado, é preciso perceber até que ponto o olhar para a engenharia não contempla já o olhar para a tecnologia? Se assim não for de que ponto de vista se olha para a tecnologia?

O artigo prossegue com algumas referências como as iniciativas louváveis nos Centros de Ciência Viva, nos Clubes de Ciência, e outras da mesma natureza. Uma natureza que para mim, com certeza por erro meu, estará mal posicionada.

No país da Excelência em Engenharia continuam os equívocos e continuam sempre ao mais alto nível. A ciência é um ingrediente básico da engenharia, melhor, da formação em engenharia, mas a engenharia não é uma ciência. A engenharia lida com a formulação e resolução de problemas em contextos específicos, reais e não laboratoriais, e lida com problemas que muitas vezes não se conseguem definir completamente. Este carácter prático de fazer, por vezes em ambientes mal definidos, é uma característica da engenharia, da prática da engenharia e que deveria guiar a formação em engenharia. Engenharia que entretanto faz o quê? Tecnologia!

Se atentarmos nos modos de existência de Bruno Latour, em ciência a procura do interlocutor é a procura de imutáveis móveis. Pretendem-se criar referências. Por exemplo com um mapa podem-se referenciar espaços e conceitos. Os imutáveis móveis atravessam domínios rearranjando formas, embora mantendo o sentido das coisas. O mapa é um imutável móvel do domínio da ciência. Em termos de tecnologia a procura é de coisas que, substituindo outras, criem novos comportamentos estáveis. A ideia de estabilidade é fulcral em tecnologia. Por exemplo, numa estrada lisa, criar lombas para redução de velocidade vai alterar o comportamento dos condutores, mas a estrada é a mesma e os condutores também. A lomba é o artefacto tecnológico, de baixa tecnologia neste caso. Mas eficaz. Neste contexto o engenheiro é um actor que, apetrechado com ciência, inventa ficções capazes de criarem/construírem tecnologias.

O equívoco entre ciência, tecnologia e o papel do engenheiro e da engenharia na sociedade não ajuda, a meu ver, ao desenvolvimento de políticas ajuizadas quanto ao ensino de engenharia, nem quanto à consciência que o engenheiro deve ter sobre o seu próprio papel social e organizacional.

Professor no Instituto Superior Técnico (IST)

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Mecanização racional

por papinto, em 12.06.15

Mecanizaçãoagrícolaracional by papinto

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Bob Loomis

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Robert S. Loomis (1928-2015)

por papinto, em 13.05.15

Robert S. Loomis


 LOOMIS, Robert S. |

Robert Simpson Loomis died peacefully at home in Davis, Calif. on March 27, 2015, at age 86. Bob was born October 11, 1928, in Ames, IA, the second son of Walter Earl and Helen Loomis. He graduated from high school early to attend Iowa State University. While at ISU, he met Lois Ann Morris in freshman chemistry class, always maintaining that she was the prettiest girl in the class. They were married in 1951 and enjoyed 58 years of marriage until Ann's passing in 2010. Bob did graduate work at the University of Wisconsin and, after service in the U.S. Air Force in atmospheric research at the A.F. Cambridge Research Center, returned to the University of Wisconsin to earn his Ph.D. in Botany in 1956. Bob joined the faculty of Agronomy at UC Davis in 1956, where he remained until his retirement in 1991. His early research focused on nutrient and water stress in sugarbeet crops. He was a pioneer in computer modeling of growth in various crops. His colleagues often commented on his broad overview of agricultural systems. In addition to teaching duties, he mentored many M.S. and Ph.D. students. After retiring in 1991, he continued to work as an editor for several journals and, with David Connor (University of Melbourne, Australia) and Kenneth Cassman (University of Nebraska, 2nd edition), wrote "Crop Ecology: Productivity and Management in Agricultural Systems." During college Bob spent two summers as a lookout fireguard in the Clearwater National Forest in Idaho, where he manned a fire lookout tower and maintained trails. This experience led to a passion for the outdoors that he shared with his family and friends on many camping and backpacking trips over the years. He was an avid sailor and longtime member of Lake Washington Sailing Club. He enjoyed many travels that included sabbaticals to Boston, New Zealand, The Netherlands and Australia as well as visits to his family, friends, colleagues and former students around the world. Bob is missed by daughters Susan, Sarah (Rodney Paul) and Caroline; grandsons Alex, Thomas, Robert and Matthew May. A memorial service will be held at the Unitarian Universalist Church of Davis on May 30 at 10:30 am. In lieu of flowers, the family suggests memorial gifts to the Robert S. and Lois Ann Loomis Graduate Award in Agronomy, payable to UC Davis Foundation and mailed to Janet Berry, UC Davis Conference Center, 2nd floor, One Shields Ave, Davis CA 95616 or to a charity of your choosing.


Published in The Sacramento Bee on May 2, 2015

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